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Polo Amazônia Atlântica

O Pólo Amazônia Atlântica passa a ser constituído dos municípios da Região Guamá, da Região Rio Capim e da Região Rio Caeté, sendo eles: Abel Figueiredo, Augusto Corrêa, Aurora do Pará, Bonito, Bragança, Bujaru, Cachoeira do Piriá, Capanema, Capitão Poço, Castanhal, Colares, Concórdia do Pará, Curuçá, Dom Eliseu, Garrafão do Norte, Igarapé-Açu, Inhangapi, Ipixuna do Pará, Irituia, Magalhães Barata, Maracanã, Marapanim, Mãe do Rio, Nova Esperança do Piriá, Nova Timboteua, Ourém, Paragominas, Peixe-Boi, Primavera, Quatipuru, Rondon do Pará, Salinópolis e Santa Isabel do Pará.

Localizado no nordeste paraense, o Polo Amazônia Atlântica corresponde a faixa do litoral Atlântico do Estado protegida da descarga das águas barrentas do rio Amazonas pela Ilha do Marajó e pela vazão do rio Pará; constituindo-se na maior e mais estruturada área turística de sol e mar da Amazônia Brasileira, no qual são prioritários: Bragança, Tracuateua, Salinópolis, Marapanim, Curuçá, Vigia de Nazaré e São Caetano de Odivelas.

A história se faz presente na estrutura urbana e na arquitetura de algumas cidades, em construções que resistiram ao tempo tal como em Vigia e Bragança, mas também nas tradições e manifestações da cultura viva, como o carimbó, a marujada, o bumba meu boi.  O patrimônio ambiental apresenta peculiaridades, o encontro da Floresta Amazônica com o oceano Atlântico cria um cenário próprio, com características específicas. A presença de campos que se alagam no período das chuvas, onde se verifica a incidência de espécies colonizadoras, com predominância de palmeiras, inclusive nas matas ciliares ao longo dos cursos de rios e igarapés.

O polo Amazônia Atlântica conta com estrutura turística, gera demanda e é reconhecida como um destino consolidado no mercado do próprio Pará e dos estados fronteiriços, sendo a praia de mar a principal motivação do turista que frequenta a região atualmente, tendo como principais exemplos Bragança e Salinópolis.

Mas a praia não é mais a oferta exclusiva, em Salinópolis e São Caetano de Odivelas a pesca esportiva é apontada como alternativa para ampliar o fluxo turístico destes municípios. Bragança, conhecida como "Pérola do Caeté", apresenta diversidade de atrativos naturais e culturais, além de um conjunto arquitetônico que a diferencia das demais cidades do Nordeste paraense, além de diverso atrativos naturais como a praia de Ajuruteua e os balneários de água doce.

Marapanim, como atividade turística possui praias com grandes belezas naturais e manifestações folclóricas significativas, com destaque para o carimbó, berço da manifestação no Estado. Curuçá apresenta abundância em recursos naturais, com atrativos bastante diversificados, como a praia da Romana, ilhas, furos e lagos.